quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Como pudera...

Este texto eu escrevi em 2004.


Como pudera eu apaixonar-me, já que construí meu coração com pedras;

Como pudera eu chegar até ti, sendo meu caminho feito de areia-movediça;

Como pudera eu sentir tamanha saudade, se nem ao menos te senti uma vez perto;

Como pudera eu estar embriagado de ti, se em ti ainda não bebi;

O que sei é que estou a cada minuto sentindo meu coração bater mais forte,

A cada segundo sentindo a sua falta mesmo sem ter estado com você.

Seu sorriso me encanta, sua voz me fascina, fico imaginando quando sentir seu cheiro,

Quando escutar sua voz bem de pertinho no meu ouvido, seus braços em volta do meu corpo, seus lábios encostando-se aos meus de uma forma suave e delicada.

Agora sei que posso lapidar meu coração, mesmo este sendo da mais dura rocha;

Agora sei que posso atravessar toda areia que coloquei, mesmo esta sendo densa;

Agora sei que posso saciar a ância de ti, pois, sei que mesmo estando longe, mora aqui dentro;

Agora sei que posso curar esta ressaca, que desta bebida magnífica ainda hei de tomar.

Com muito carinho e paixão.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Namorada amada, não parta

Penso que acho
Acho que sinto
Sinto que amo
Amo você

Coração partido
Amor não correspondido
A lua me foi concebido
O amor do sol partido

Em um dia ser sol
Em um outro ser lua
O amor me pegou como anzol
E eu quero ouvir "serei tua"

Carente estou ti
Flor mais bela que já vi
Um pouco já sofri
No mais profundo que vivi

terça-feira, 27 de abril de 2010

O judeu e a Suruba

Desculpem a falta de originalidade, mas essa é muito boa...

Um judeu decide ir a uma suruba.
Paquera as mulheres e finalmente transa com várias, de todas as maneiras.
No troca-troca, se misturam alguns homens e ele acaba sumariamente enrabado.

No dia seguinte começa a ter remorsos da bacanal e vai até a Sinagoga para se confessar com o rabino e assim obter o perdão.

Começa a explicar sua noite de orgia:

- Tomei álcool, tive sexo com outras mulheres, que não a minha, e ao final, fui enrabado.

O rabino diz que é extremamente grave e que se quer ser perdoado deve voltar no dia seguinte com R$ 15.000,00 para a sinagogaaaaa.

Sai feliz por ter achado a solução, mas bem incomodado com o monte de grana que terá que doar.

Em seu caminho passa por uma igreja católica. Reflete que apesar de não ser sua religião, talvez possa obter uma absolvição mais em conta...

Entra e fala com o padre:
- Noite de surubada... Tomei bebidas... Fiz sexo com várias mulheres e no meio do furdunço fui enrabado por um cara.

O padre diz que não se preocupe... Isso acontece e mesmo não sendo católico pode ajudar a paróquia e, se quiser o perdão de Deus, deve voltar com R$ 8.500,00.

O judeu sai mais aliviado por ter conseguido um desconto no preço do pecado. Mesmo assim é muita grana.

Caminha mais um pouco e passa na frente de um terreiro de umbanda.

Entra, conta a história e o Pai de Santo diz que tudo bem, que neste tipo de encosto dá-se jeito, e que é só o mizefio dar uma ajudinha pro Santo de uns R$1.000,00, trazer uma galinha e uma garrafa de cachaça, que volta a ter o 'corpo fechado'. O judeu FICA mais feliz ainda!

Mas quando vai comprar a galinha e o goró, passa na frente de uma mesquita e, claro, FICA tentado em ver quanto que eles cobrariam... Então, ele entra na mesquita, procura o Iman e conta-lhe que, se bem que não seja mulçumano, está ali na mesquita porque teve uma noite de orgia... Bebeu muito, transou com várias mulheres e acabou enrabado... E agora tem remorsos.

O Iman o escuta atentamente e lhe diz que para obter o perdão, volte no dia seguinte com refrigerantes, biscoitos, bolos, doces e outras guloseimas.

O judeu, surpreendido, se alegra por ter que cumprir sua penitência por tão pouco e então pergunta ao Iman:
- É tudo que tenho que fazer?... O senhor tem certeza de que está me pedindo tudo?
O Iman responde:
- Bizolutamende! É iza mezma! Gom zente é anzim...
Gada vêz gue uma judeu dóma na gu, nóis vaiz um veztinha!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Efeito pos AFOGATION



Sigo alguns artistas no twitter. Em maioria, comediantes.
Da música, sigo apenas 3, Marcelo D2, Pitty e Tico Santa Cruz...

Para explicar o porque do comentário, retorno alguns dias no tempo, quando estava chovendo bagarai aqui em Sampa.

Foi então que o D2 postou um comentário mais ou menos assim: "Chove em São Paulo - tá bom, agora me diz uma novidade". Na hora achei até engraçado, mas como bom bairrista, voltei atrás e detestei.

Logo depois, outro dos artistas que sigo, o Bruno Mazeo, que estava aqui em um dia que caiu um put* pé d'água de tarde, postou fotos da Vila Madalena, onde estava bem feia a situação. Novamente, a situação acima ocorreu, gostei e desgostei.


E as piadinhas advindas de cariocas, sobre a situação caótica de SP naquele momento, era simplesmente gigantesca.
Enfim, fiz como todos os paulistas no momento, calei-me.



Máaaaaaaaaaaaaasss, como o mundo roda da mesma velocidade com que a roleta do Silvio Santos, ontém choveu no Rio.
A cidade ficou literalmente fodid*. O prefeito aconselhou a todos que não saíssem de casa. Um caos total.

Em um momento de humor negro, pensei uma frase de 'Bento Carneiro': "Minha vingança séraaa malíiiiguina!".

E como num repente, a praga da música da modinha me ajudou! Mandei meio que no impulso no twitter: "Agora todo mundo do Rio mão na cabeça que vai comçar, O AFOGATION TION TION"

Logo em seguida, a tchia que me adotou como sobrinho Nany People, deu RT. Foi o suficiente. Esse comentário me rendeu mais de 400 RT's, sem que a pessoa removesse meu @.


O fato é, recebi zilhares (milhares com zilhões, ok?!) de críticas de cariocas e hipócritas. Hipócritas SIM! Demagogos? Pode ser. Uma expressão antiga define bem isso: "Pimenta nos olhos (p não dizer no c*) dos outros é refresco!".

Agora o veículo de locomoção deles é literalmente um caiaque.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Engraçado como as coisas acontecem


Hoje tive um estalo na cabeça.

O perfil jornalistico da Globo não permite que seus apresentadores de jornais saiam do padrão deles, que é de ser apenas um apresentador, e não um âncora.

Então lembrei do atual formato do Globo Esporte, que ultimamente tem sido apresentado pelo Tiago Leifert.

A forma que ele apresenta o jornal é uma quebra de paradígmas na emissora. O jeito descontraído de apresentar o programa, a começar pelo jeans e all star, muda totalmente o 'conceito Globo' de dar notícia.

Ao compararmos os demais jornais apresentados em São Paulo, e creio que o formato abrange o país inteiro, vemos que foge muito da realidade da emissora, que até então era apenas 'divulgar a notícia'*.

O jeito de passar a notícia de forma descontraída, faz com que a gente sinta vontade de assistir o programa.
Se voltarmos pouco no tempo, é só ver que o programa era apresentado como os demais: um balcão, cenário atraz, e os fatos.
Hoje, tem o 'Troféu Nei Paraíba', o #dançatiago, e recentemente, o Ivan Moré descobriu o Tiago dançando a dança do ventre.

Digam, quando a Globo abriu esse espaço? Quantos apresentadores (que não fossem do Vídeo Show) fizeram isso nessa emissora?

Sou fã desse cara, ainda mais porque temos uma compatibilidade no coração tricolor... OPS!


* Não entremos no fato de muitas vezes esta notícia é manipulada, adequada ou alterada.

terça-feira, 30 de março de 2010

Como posso criar um filho com 2 mil reais?




Foi a frase que que tive que escutar há alguns minutos. Fiquei revoltado, me retirando da sala p não falar besteiras.
Como uma pessoa me fala uma coisa dessas?
Esta pessoa tem noção do país que está vivendo?

Eu já não gostava dela, agora, simplesmente odeio. Ódio mesmo!

Pela janela do escritório, da para ver a favela do 'Real Parque'.
A estação de trem 'Berrini' fica literalmente ao lado do escritório.

Sim, trem. Onde milhares de pessoas que NÃO TÊM 2 Mil Reais para criarem seus filhos, passam diariamente.
Será que esta mulher sabe que o salário mínimo é 1/4 deste valor?

Juro por Deus, que minha vontade foi dar um soco na cara dela. Na dela e de quem deu risada do comentário.

Pior que isso, é carioca vir para cá, morar aqui, trabalhar aqui, e falar mal.
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